segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Dança ministerial


Dancar é um imenso prazer sim...mas para desenvolver na dança não da pra dizer que não tem momentos de sacrifico.

Acho interessante como uma simples aula de dança nos mostra como nos comportamos frente a vida. É muito comum nos workshops que damos acontecerem as seguintes situações:

1) Aula começa com 30 pessoas e acaba com 5: pelo fato de que as pessoas não tem persistência. Vão parando em meio as pequenas dificuldades do caminho ao invés de enfrentar e superar os desafios.
 2) Reclamam: reclamam que esta difícil, reclamam que esta facil, reclamam que esta quente, reclamam que esta pesado, reclamam que esta doendo, reclamam que nao conseguem, reclamam, reclamam, reclamam...
 3) So fazem aquilo que querem: aula seletiva. Se não gostou do exercício ou não conseguiu fazer se encosta na parede com um beiço do tamanho do Brasil.
 4) Choramingo: sabe o famoso mimimi? Passam a aula nele. Não conseguem ficar 10 seg numa posição de flexibilidade que a choramingação começa.
 5) Acham que dançar é fazer coreografia: sequencia coreografia é somente parte do processo de aprendizado.Você sabia que quanto mais o seu corpo estiver preparado, mais recursos terá para fazer uma coreografia? E a preparação vem de exercícios...que normalmente doem.

E sabe o que é pior? Ja constatamos que isso acontece infinitamente mais com bailarinos "cristão" do que bailarinos "seculares".

Se escolheu o ministério de dança entenda de uma vez por todas: Dói! Dói no corpo, dói na mente, dói no bolso, dói no tempo que você dispensa para alcançar excelência no seu chamado. (Pra Katia Marin)

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